A última vez. De todas as palavras que formam a pequena sentença, escrita em um pedaço de papel abandonado na cadeira velha, o termo última soou como soda cáustica em uma ferida nunca cicatrizada.
- Você sabe, meu amor, as coisas mudam. E algumas vezes nós acreditamos em coisas que simplesmente não existem.
- Você sabe, meu amor, as coisas mudam. E algumas vezes nós acreditamos em coisas que simplesmente não existem.
Silêncio sem eco.
Dentro desse silêncio, a vida ficou diferente... Sem rastros, sem pegadas, sem passado. E os pesadelos, finalmente, eram apenas lembranças da taquicardia constante. O mundo ainda é o mesmo.
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